Architecture in Helsinki

16 01 2008

Depois de um bom período de férias eis que chega a hora de retomar as postagens…

Agora vou lhes apresentar uma banda australiana que faz um som bastante singular, diferente de tudo que voce já ouviu.

Eles vêm de Melbourne, Austrália, e são muitos. Uma banda com oito pessoas no palco cantando em coro e utilizando desde instrumentos tradicionais até os mais inusitados como é o caso de uma furadeira. A grande sacada do Architecture in Helsinki é misturar sons eletrônicos com rock, muito canto, gravar tudo em casa, num processo analógico. Algo que não é novidade no mundo do rock, mas que moldou perfeitamente a identidade do AiH.

Essa singularidade é marcada principalmente pelos vocais dos integrantes. As músicas são tocadas em ritmos que, apesar de alegre traz um tom de saudade. O vocal femino e alguns vocais masculinos com tom infantil é a impressão digital da banda. Não podemos esquecer dos arranjos musicais que falam por si sós.

Seu trabalho mais reverenciado é o In Case We Die. Recomendo começar por ele.

Ano passado a banda lançou o seu mais recente trabalho, o Places Like This. Depois de flertar com o dream pop e o twee no seu primeiro disco, e no elogiado In Case We Die, a banda voltou um pouco mais violenta e pesada neste Places Like This. Não mudaram o som por completo, mas exploraram suas várias facetas, e neste novo trabalho mostram várias idéias interessantes.

“Heart It Races”, o primeiro single desse álbum, com seus vocais angustiados, clima tenso e na na na na’s dá uma boa idéia que a banda australiana ainda rende boas idéias. A pegada punk inofensiva continua nas demais faixas, com muito vocal.

A banda parece buscar novos ares, mas está claro sua tentativa em soar espontânea e eficiente como o disco anterior. Ao fim de algumas audições, não encontramos o pop vigoroso de In Case We Die

A Austrália nunca foi promissora para lançar novidades da cena independente mundial e o Architecture In Helsinki foi a surpresa mais que bem vinda em 2005, quando surgiram. Os bons momentos deste disco mostra que o combo ainda tem muito a mostrar, mas sem conseguir superar o disco anterior, falta a criatividade e estranheza que fascinou antes.

Vale a pena conferir.

2004 - Fingers Crossed
2004 – Fingers Crossed
01 – One Heavy February
02 – Souvenirs
03 – Imaginary Ordinary
04 – Scissor Paper Rock
05 – To And Fro
06 – Spring 2008
07 – The Owls Go
08 – Fumble
09 – Kindling
10 – It’s Almost A Trap
11 – Like A Call
12 – Where You’ve Been Hiding
13 – City Calm Down
14 – Vanishing

Rapidshare

MediaFire

 

2005 - In Case We Die
2005 – In Case We Die
01 – Neverevereverdid
02 – It’5!
03 – Tiny Paintings
04 – Wishbone
05 – Maybe You Can Owe Me
06 – Do The Whirlwind
07 – In Case We Die (Parts 1-4)
08 – The Cemetery
09 – Frenchy, I’m Faking
10 – Need To Shout
11 – Rendezvous Potrero Hill
12 – What’s In Store

Rapidshare

Badongo

Rapidshare²

MediaFire

2006 - We Died, They Remixed
2006 – We Died, They Remixed
01. Do the Whirlwind
02. It’5!
03. Wishbone
04. Neverevereverdid
05. Frenchy I’m Faking DAT Politics Remix
06. Tiny Paintings
07. Cemetary
08. In Case We Die
09. Do the Whirlwind
10. Need to Shout
11. Maybe You Can Owe Me
12. What’s in Store?
13. Rendezvous: Potrero Hill
14. Like a Call

Rapidshare

EasyShare

Rapidshare²

2007 - Places Like This
2007 – Places Like This
01 – Red Turned White
02 – Heart It Races
03 – Hold Music
04 – Feather In A Baseball Cap
05 – Underwater
06 – Like It Ar Not
07 – Debbie
08 – Lazy (Lazy)
09 – Nothing’s Wrong
10 – The Same Old Innocence

ShareBee

Rapidshare

MediaFire


Ações

Informações

3 respostas

12 02 2008
ricardo

muito obrigado!

8 05 2008
Felicios

Sem duvida In Case We Die é o mas vigoroso album deles…!!! Lembrou me um pouco efterklang pois esta mesma banda tb se utiliza de varias pessoas no vocal… Muito bom.. Os clips deles tb são muito interessantes, esbajam criatividade.
Obrigado!

9 07 2009
Daniel

po,muito bom!
continuem assim!

Deixe um comentário